É preciso aprovar resolução que permite que entes da Federação tomem emprestado valor equivalente às perdas com a crise do petróleo
Neste momento, a sociedade fluminense enfrenta dois grandes desafios. De um lado, ela necessita preservar o núcleo dinâmico da economia do Estado — formado pelo complexo de óleo e gás e suas indústrias associadas, como a da construção naval –, duramente afetado pela crise que atinge a Petrobras e seus fornecedores.
A metade das 81.774 demissões registradas em todo o país entre dezembro de 2014 e janeiro de 2015 ocorreu no Estado do Rio.
De outro lado, o próprio Estado e os municípios credores de royalties e de participação especial –compensação financeira paga em áreas com alto potencial de produção e de rentabilidade– veem sua receita desabar por causa da queda do preço do petróleo no mercado internacional.
Em 9 de abril, a imprensa divulgou que no primeiro trimestre deste ano, 87 municípios fluminenses perderam R$ 289 milhões em verbas, justamente em um momento em que a demanda por serviços públicos, como saúde e segurança, tende a aumentar, como um subproduto da própria crise.
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